Outubro Rosa: Mês mundial de combate ao câncer de mama.

Outubro é rosa. Rosa da delicadeza, da beleza… rosa do amor. Rosa da transformação. Da força, da resistência, da luta. Rosa dos ventos. Que às vezes mudam de direção. Assim como a vida. As rosas de outubro são as rosas da vida. São as rosas chamadas Marias, Anas, Cláudias, Danielas… São mulheres. De uma força que você nem imagina. Que, talvez, nem mesmo elas imaginassem ter.

Com apresentação da jornalista Ana Paula Santos, a série Rosas de Outubro terá quatro episódios de podcasts lançados ao longo deste mês – um em cada semana.

Convidamos todas e todos a atravessar outubro por dentro, com os olhos e as vozes de quem encara o câncer de mama de frente.

A apresentadora Ana Paula Santos conversa com a jornalista Cláudia Leopoldina, 52, que tatuou no seu corpo que o amor cura.
O diagnóstico é sempre um marco na vida dos personagens, neste episódio, abordamos os múltiplos aspectos desta etapa.
A marcha para a vitória sobre o Câncer é ininterrupta. Exige de cada paciente mais do que o comprometimento com as terapias.
Esse episódio vai abordar um denominador comum entre a vivência de todas essas mulheres: a importância de ter uma rede de apoio.
Nas redes sociais, elas inspiram. Ensinam que a vida transborda. A vida com sua beleza passa por cicatrizes, lutas, alegrias, curas e, sobretudo, amor.

O câncer surge de uma mutação genética que passa a receber instruções erradas para as suas atividades. No mundo, o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres é o de mama e é causado por meio da multiplicação desordenada de células da mama.

Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), apenas no ano de 2020, há uma estimativa de 66.280 casos novos de câncer de mama em mulheres no Brasil.

Já em Pernambuco, a projeção é de 43,74 casos de câncer de mama para cada 100 mil mulheres, o que contabiliza 2.390 casos de câncer de mama em Pernambuco apenas neste ano. Isso faz com que o estado esteja em nono lugar no ranking nacional da doença.

Homens também podem ter câncer de mama, mas o diagnóstico é considerado raro por especialistas. As estatísticas mostram isso. O Atlas de Mortalidade Por Câncer em 2018 informou que das 17.763 mortes pela doença 17.572 eram mulheres e 189 homens.

O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos fatores de risco para a doença. De acordo com o Inca, cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos.

Hábitos saudáveis podem ajudar a evitar cerca de 30% dos casos de câncer de mama. Segundo os especialistas a prática de atividades físicas; manter o peso corporal adequado; evitar o consumo de bebidas alcoólicas e uma boa alimentação saudável são algumas das formas de prevenção que todos podem fazer.

O autoexame é a principal forma de detectar o câncer de mama. A doença pode ser percebida ainda nas fases iniciais, por isso, é recomendável que a mulher conheça seu corpo e consiga reconhecer as alterações da sua mama.

Alguns dos principais sintomas e sinais são: nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor; os cânceres de mama podem ser sensíveis ao toque, macios ou redondos; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; linfonodos aumentados; saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos e dor na mama ou no mamilo.

Um dos alertas feitos por especialistas é que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis, seja no banho ou no simples trocar de roupa, sem a necessidade de técnica específica. Caso perceba alguma mudança deve procurar o mais rápido um serviço de saúde para uma avaliação profissional.

Diante das estatísticas da doença, o câncer de mama ainda assusta. Mas é fato também que muitos avanços vêm ocorrendo nas últimas décadas. Há diversos estudos e conhecimento sobre as variadas formas da doença e também aos recursos terapêuticos.

O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e dos tipos diferenciados de tumor, mais ou menos agressivos. O processo de tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica (terapia alvo).

O principal aliado do potencial curativo é o tempo. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada melhor para o paciente. Caso o câncer de mama já possua metástases (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer – Ministério da Saúde

Serviços

ONG CasaRosa

Rua Nicarágua, 151 – Espinheiro
Recife – PE | Mais informações: 81 | 3129-7761
Outros canais: @casarosa.ong | www.casarosa.org.br/ | casarosa.pe@gmail.com
Imprensa e relacionamento: Made Assessoria – @madeassessoria (Filipe Félix – 81 | 98153-9173)

 Como conseguir um atendimento?
  1. Precisa levar um encaminhamento que pode ser do médico ou serviço social de onde realiza o tratamento ou a cirurgia – especificando o tipo de tratamento e a previsão de tempo
  2. Encaminhamento deve vir por inscrito e carimbado
  3. Checar a existência da vaga (A ONG disponibiliza 18 leitos no total)

Micropigmentação areolar gratuita

Glauce Melo
Contato: (81) 99726-7401
Atendimento: https://linktr.ee/glaucemelooficial

Flávia Navarro
@flavianavarropmu
Telefone 81 99212-5449
flaviancagusmao@gmail.com

Personagens

Nem sempre é fácil abrir o coração, relembrar fatos tristes, relatar histórias de outros e fazer uma verdadeira viagem ao tempo, com nuances boas e ruins. Mas foi pensando em partilhar experiências que essa série em formato de podcast nasceu. Alertar, proporcionar conhecimento, acalentar, despertar e espalhar amor nos motivou a ouvir cada história com atenção e respeito. Cada declaração foi imprescindível. Então, nada mais justo do que um agradecimento especial a cada construtor dessa obra. Ex-pacientes, pacientes, médicos, psicólogos, educadores físicos, micropigmentadora, nosso muito obrigado!

Dr Carlos Eduardo Caiado 

Carol Gouveia

 Janaína Schuler

Josene Ferreira

Dra Jurema Telles

Daniella Tripodi

Claudia Leopoldina​

Ana Christina Moreira​

Equipe e Bastidores

Ana Paula Santos
Apresentação

Ketheryne Mariz
Produção

Júlia Galvão
Coordenação de Produção

Celso Ishigami e Fred Figueiroa
Direção, Criação e Textos

Bruno Lins
Edição de áudio